EquipeVIVA 2026-03-16T14:39:28+00:00

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Organograma institucional

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Maria Emilia Morete “Mia”

Desde criança seu sonho era “salvar as baleias”, pois na sua infância assistia na TV as cruéis imagens de matanças, já que naquela época a caça ainda era permitida no Brasil! Em 1986, com 16 anos, iniciou sua vida de ativista e participou de uma manifestação na Av. Paulista que pedia o fim da caça! Seguiu seu sonho… É bióloga formada pela Universidade de São Paulo e doutora em Ecologia pelo Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da USP. Trabalhou por 9 anos para o Instituto Baleia Jubarte (IBJ), em Abrolhos, desenvolvendo trabalhos de observação comportamental de baleias-jubarte na região ao redor do Arquipélago, a partir de ponto fixo de observação em terra, método nada invasivo, o que a possibilitou desenvolver sua tese. Ao longo de sua vida, participou de projetos de pesquisa associados ao governo dos Estados Unidos (NOAA), participou de uma Expedição Científica à Antártica e foi palestrante em congressos na área de mamíferos aquáticos, zoologia, ecologia e ética com animais. É autora e coautora de trabalhos científicos e capítulo de livro. Fundou o VIVA Baleias, Golfinhos e cia (hoje, VIVA Instituto Verde Azul) ainda com o grande desejo e esperança de salvar as baleias, golfinhos e toda preciosa biodiversidade da Terra, das grandes pressões antrópicas que sofrem, através da disseminação de conhecimento e sensibilização. Por respeito e amor aos animais, é vegana e ativista… E uma mãe “chata” que quer deixar para o planeta um ser humano ético, íntegro, que ama e respeita os animais!

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Marina Leite Marques

Sua relação com o mar e com os animais que vivem nele começou desde muito nova, mesmo morando numa cidade como São Paulo, seus pais sempre garantiram o contato frequente com o mar. Em uma dessas viagens, aos 8 anos, vivenciou mergulhos cristalinos e viu de perto centenas de animais incríveis que desde então despertou a curiosidade e cuidado com eles. Escolheu o curso de Ciências Biológicas, com ênfase em Biologia Marinha. Graduada pela Universidade Santa Cecília, concluiu a Licenciatura e Bacharelado em 2004. Foi monitora e gerente de projeto em estudos de pesquisa clínica por 8 anos, porém a paixão pelo mar falou mais alto e resolveu se dedicar de fato aos animais… Trabalhou por dois anos como pesquisadora temporária no Instituto Baleia Jubarte, como coordenadora do Ponto Fixo de Abrolhos e como observadora de bordo de cetáceos na região do Banco dos Abrolhos. Foi capacitada e acompanha o monitoramento reprodutivo das tartarugas marinhas em Abrolhos, desde 2014. Tem experiência na área de Zoologia e Educação Ambiental, com ênfase em Conservação das Espécies Animais. Atualmente é pesquisadora-colaboradora do VIVA Instituto Verde Azul.

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Hew Barreto

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Estagiou no Instituto Baleia Jubarte em 2015 onde realizou no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos atividades de monitoramento de baleias-jubarte a partir de ponto fixo e Whale whatching. Além de monitoramento de outras espécies boto-cinza e tarugas marinhas. Desde 2019 atua como pesquisadora de campo, participando das atividades de pesquisa e educação desenvolvidas pelo Viva Instituto verde Azul. Apaixonada por quadrinhos, contribui com a criação de materiais educacionais, produzindo ilustrações e tirinhas voltadas a divulgação cientifica, educação ambiental e conservação. Também é coautora dos dois livros ilustrados e publicados pelo VIVA.

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Márcio Motta

Biólogo, doutor em Biodiversidade Aquática (UNESP), com atuação em ecologia e conservação de aves costeiras e cetáceos no litoral do estado de São Paulo. Desenvolve pesquisas de longa duração em Unidades de Conservação, com foco em distribuição, sazonalidade, comportamento reprodutivo e interações antrópicas de trinta-réis, gaivotas, baleias e golfinhos. Atua na integração entre pesquisa científica, ciência cidadã e educação ambiental aplicada, coordenando projetos que utilizam dados primários para subsidiar gestão ambiental, formação de professores e sensibilização pública. Diretor de Educação Ambiental do VIVA Instituto Verde Azul, onde coordena ações de pesquisa, monitoramento e formação socioambiental baseadas em evidências científicas.

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Vanessa Ledo

Nascida e criada em Ilhabela. Trabalhou em diversas áreas, até conhecer o VIVA em 2019 e se encantar com o trabalho das mulheres incríveis que atuam no Instituto. A paixão pelas baleias e golfinhos a levou a estudar Ciências Biológicas e atualmente é Técnica de Campo,  atuando na conservação dos cetáceos e educação ambiental.

Isabella Beverari

Bacharel em Ciências Biológicas, com habilitação em Biologia Marinha (2022) e em Gerenciamento Costeiro (2023) pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) – Instituto de Biociências, Campus Litoral Paulista (IB/CLP). Atualmente é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade de Ambientes Costeiros, integrando o grupo de pesquisa NEPEA (Núcleo de Estudos em Poluição e Ecotoxicologia Aquática) desde 2019. Possui experiência na área de Ecotoxicologia Aquática, com ênfase em biomarcadores bioquímicos e desenvolvimento embriolarval. Desde a infância demonstra grande interesse por baleias e golfinhos e, mesmo tendo seguido outra área acadêmica, manteve o objetivo de vivenciar experiências relacionadas a esses organismos. Em 2022, teve a oportunidade de atuar como voluntária no VIVA, desenvolvendo atividades de monitoramento em ponto fixo, ações de educação ambiental e apoio à pesquisa científica, além de integrar uma rede de mulheres que a inspiram e contribuem para sua formação profissional e pessoal.

Gabriela Guimarães

Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Natural do interior de Minas Gerais, manteve desde cedo contato frequente com o ambiente marinho por meio de viagens ao litoral, o que fortaleceu sua conexão com o mar. Durante a graduação, aprofundou o interesse por organismos marinhos e estagiou por quase três anos no Laboratório de Carcinologia, sua principal aproximação acadêmica com o ambiente aquático. Em 2025, ao final da graduação, iniciou como voluntária no VIVA, experiência que impulsionou seu envolvimento com a conservação e pesquisa de cetáceos. Desde então, atua como técnica de campo no projeto, participando de atividades de pesquisa científica e educação ambiental. A atuação representa constante desenvolvimento profissional e significativo aprendizado pessoal, especialmente pelo trabalho colaborativo em prol da conservação da biodiversidade.

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